sábado, 18 de fevereiro de 2012

Philosophy as The Discipline of The Disciplines por D.F.M.Strauss.

Philosophy as The Discipline of The Disciplines por D.F.M.Strauss.





D.F.M.Strauss, Philosophy as The Discipline of The Disciplines.
715 pp ISBN 978-0-88815-208-4.


http://www.amazon.com/asin/dp/0888152078/
http://www.amazon.co.uk/asin/dp/0888152078/
http://www.loot.co.za/shop/main.jsp

This new work by Danie Strauss must now be called The Definitive Statement regarding The Philosophy of The Cosmonomic Idea. In effect, it is the New Critique for the twenty first century in that it not only covers the entire range of the fundamental ideas developed by Herman Dooyeweerd more than seventy years ago, but it does so entirely within the spirit of Dooyeweerd’s work. Strauss systematically develops a number of themes that are troublesome in Dooyeweerd’s formulation and manages to provide us with significant resolutions. Perhaps the single most important contribution to theoretical analysis as such, is his elaboration of the relationship between Conceptual Knowledge and Concept Transcending Knowledge (Idea Knowledge). This relationship is central to all forms of discrimination and is pervasively evident in the cultural traditions of both the East and the West. This work will be the starting point for systematically coherent analysis in all disciplines as Strauss convincingly makes his case that Philosophy is the Discipline of The Disciplines.

Fonte via: http://www.allofliferedeemed.co.uk/strauss.htm

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com / http://metodologiadoestudo.blogspot.com

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Problemas na Apologética Clássica

Problemas na Apologética Clássica

Paulo no Areópago (Rafael)

por Cornelius van Til

1. O método tradicional de apologética cede demais em relação ao próprio Deus, por defender que sua existência só é ‘possível’, embora seja ‘bastante provável’, ao invés de defender que ela é ontologica e ‘racionalmente’ necessária.

2. Este método cede demais em relação ao conselho de Deus, por não entendê-lo como a ‘causa’ última, completamente abrangente, de tudo aquilo que acontece.

3. Este método cede demais em relação à revelação de Deus nos seguintes pontos:

(a) Fazendo concessões a respeito de sua necessidade. Isso acontece por não reconhecer que mesmo no Paraíso o homem tinha que interpretar a revelação geral (isto é, natural) de Deus em termos das obrigações pactuais impostas por Deus via revelação especial. A revelação natural, na abordagem tradicional, poderia ser interpretada ‘por conta própria’.

(b) Fazendo concessões a respeito de sua clareza. A revelação de Deus, tanto geral como especial, são tidas por obscuras [na visão tradicional], a ponto de o homem poder dizer somente que a existência de Deus é ‘provável’.

(c) Fazendo concessões a respeito de sua suficiência. Isso ocorre quando se abre espaço [na abordagem tradicional] para uma absolutização do ‘acaso’ ou ‘chance’, vindo daí alguns ‘fatos’ que são completamente novos para Deus e para o homem. Tais ‘fatos’ seriam ‘brutos’ (não interpretados) e inexplicáveis em termos da revelação de Deus, seja ela geral ou especial.

(d) Fazendo concessões a respeito de sua autoridade. Na posição tradicional, a característica auto-autenticadora da Palavra de Deus (e, portanto, sua autoridade) é secundária à autoridade da razão e da experiência. As Escrituras não identificam a si próprias: é o homem quem as identifica e reconhece em ‘autoridade’, em termos da autoridade do próprio homem.

4. O método clássico ainda cede sobremaneira em relação à criação do homem à imagem de Deus, ao postular a criação do homem e seu conhecimento como independentes do Ser e do conhecimento de Deus. Nessa abordagem, o homem não precisa de “pensar os pensamentos de Deus como Ele pensa” [think God's thoughts after him].

5. Este método cede demais a respeito da relação pactual com Deus, ao ignorar o ato representativo de Adão como absolutamente determinativo acerca do futuro.

6. Mais ainda, este método faz pouco caso da pecaminosidade da humanidade resultante do pecado de Adão ao ignorar a depravação ética do homem como algo que se estende a todos os aspectos da vida, incluindo o raciocínio e a atitude.

7. Por fim, este método faz pouco caso da graça de Deus ao ignorá-la como o pré-requisito necessário à “renovação da mente”. Afinal, na visão clássica o homem pode e deve renovar a mente pelo “uso correto da razão”.

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O autor: Cornelius van Til (1895-1987) nasceu en Grootegast (Holanda) e imigrou nos EUA com sua família enquanto criança. É considerado um pioneiro da apologética reformada, tendo escrito o famoso livro The Defense of the Faith sob influência direta de Dooyeweerd e Bavinck. Foi professor de apologética em Princeton e, depois, no Westminster Seminary.
Traduzido por: Lucas G. Freire (Nov. 2011)

Fonte: “My Credo”, in: Jerusalem and Athens. O livro original, edição rara, pode ser adquirido aqui.

Fonte via: http://neocalvinismo.wordpress.com/2011/11/07/problemas-na-apologetica-classica/

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com